Resenha: Alucinadamente Feliz - Jeny Lawson

Autor: Jenny Lawson
Páginas: 352
Ano: 2016
Editora: Intrínseca
Gênero: Autobiografico
Adicione: Skoob
Onde Comprar: Amazon, Americanas, Saraiva 
Nota:              
Sinopse: Jenny Lawson está longe de ser uma pessoa comum. Ela mesma se considera colecionadora de transtornos mentais, já que é uma depressiva altamente funcional com transtorno de ansiedade grave, depressão clínica moderada, distúrbio de automutilação brando, transtorno de personalidade esquiva e um ocasional transtorno de despersonalização, além de tricotilomania (que é a compulsão de arrancar os cabelos). Por essa perspectiva, sua vida pode parecer um fardo insustentável. Mas não é.
Após receber a notícia da morte prematura de mais um amigo, Jenny decide não se deixar levar pela depressão e revidar com intensidade, lutando para ser alucinadamente feliz. Mesmo ciente de que às vezes pode acabar uma semana inteira sem energia para levantar da cama, ela resolve que criará para si o maior número possível de experiências hilárias e ridículas a fim de encontrar o caminho de volta à sanidade. É por meio das situações mais inusitadas que a autora consegue encarar seus transtornos de forma direta e franca, levando o leitor a refletir sobre como a sociedade lida com os distúrbios mentais e aqueles que sofrem deles, sem nunca perder o senso de humor. Jenny parte do princípio de que ninguém deveria ter vergonha de assumir uma crise de ansiedade, ninguém deveria menosprezar o sofrimento alheio por ele ser psicológico, e não físico. Ao contrário, é justamente por abraçar esse lado mais sombrio da vida que se torna possível experimentar, com igual intensidade, não só a dor, mas a alegria.



Resenha: Alucinadamente Feliz é um livro autobiográfico da autora Jeny Lawson e ela escreve como são seus dias, semanas, meses, com os transtornos mentais, entre outras coisas, os remédios que toma. E mesmo assim, ela tenta de todas as maneiras ser feliz como ela é. Ela é casada e que paciência, auto controle que o marido dela tem porque, com certeza nem todo mundo a apoiaria.


É um livro com algumas partes bem hilárias, que realmente me fizeram rir, outras nem tanto, às vezes depressiva ou irritante, até algumas partes sem pé e nem cabeça e outras ainda sem sentido, mas é um livro para passar o tempo ou para quem conseguir se identificar. Por exemplo alguém que tenha ansiedade, depressão entre outras coisas que a autora tem.

Ela tenta viver todos os dias, um dia de cada vez e convive com os transtornos que tem e tentar fazer seu melhor. É isso!

Sua filha Hayle deve ser uma graça, pelo menos a descrição dela o é! 
Ela também fala da sua relação com seus pais, as brigas engraçadas dela com o marido. E que discussões estranhas e engraçadas demais!!!

Os gatos, os animais empalhados ri demais, mas para mim foi mais um livro para passar o tempo.

Recomendo a quem quiser rir, rir muito, que tenha alguma coisa que citei acima. Vai que se identifica... .kkk...

3 comentários

  1. Adoro livros com esse tipo de mensagens, mas os autobiográficos, nunca cheguei perto.
    Mas depois dessa capaz louca, essa sinopse adorável e sua resenha dizendo que dá pra rir e que o livro é descontraído, já estou doida pra ler!!

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  2. Lembro que comprei esse livro pela capa, achando que iria rir bastante...Até deu para dar umas risadas...Mas para mim foi uma leitura mediana.
    Gostei da resenha,
    Beijos!!!

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  3. Oi Raquel,

    Primeira resenha que leio deste livro, vi uma ação da editora a um tempo, mas nunca parei para ler sinopse e nem resenha, eu curti sua resenha e fiquei super curiosa, deve ser um bom livro para sair da rotina e se divertir, apesar do tema!

    Beijos Mila
    Daily of Books

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