Autor: Briar Boleyn
Resenha:
Nota: 





Sinopse: Uma romantasia viciante, repleta de reviravoltas, cenas quentes e muitos, muitos vampiros.Eu, Medra Pendragon, sou a última cavaleira de dragões — ou pelo menos é o que dizem. O engraçado é que faz muito tempo que os dragões estão extintos nesta terra. Mesmo assim, por algum motivo os vampiros decidiram que sou valiosa o bastante para ser capturada. Agora estou presa na Academia Bloodwing, onde os sangues-nobres comandam tudo e o resto de nós não passa de peças descartáveis em seus jogos de poder.Mas essa nem é a pior parte. Eis que surge Blake Drakharrow: frio, arrogante e, devo admitir, perigosamente lindo. Desde que nos conhecemos, ele não perde a chance de me atormentar. E, graças a um ritual antigo, agora estamos… noivos. Se quero ter algum futuro, preciso sobreviver a disputas mortais enquanto navego uma teia de mentiras e segredos. Fácil, certo? O problema é que estou começando a achar que o verdadeiro perigo não é a academia… mas quem estou me tornando. E Blake? Ele pode muito bem ser o responsável pela minha ruína.
Resenha:
Terminei a leitura de Asas de Sangue, que foi uma escolha que fiz junto com a Yohanna e a Thaís para o feriado de Páscoa, e foi uma experiencia… curiosa, pra dizer o mínimo.
Apesar de ser um livro longo, com quase 600 páginas, a leitura fluiu relativamente rápido.
A história acompanha Medra, uma feérica e princesa do seu mundo, que aparentemente estava em um confronto com o próprio avô quando tudo dá errado e ela acaba indo parar em um mundo completamente diferente.
Nesse novo cenário, quem domina são os vampiros, seres de sangue nobre que utilizam os chamados flagelados como fonte de alimentação.
A chegada da Medra causa estranhamento imediato: ruiva, orelhas pontudas, completamente fora do padrão daquele mundo. Por conta disso, eles levantam suspeitas de que ela possa ser uma cavaleira de dragão...algo que, teoricamente, nem existe mais. A partir daí, ela é capturada e forçada a frequentar uma espécie de academia, convivendo com vampiros e flagelados, e acaba se tornando consorte de um vampiro, Blake. A relação entre os dois segue aquele clássico caminho de ódio, tensão e um vínculo que só se fortalece com o tempo, mesmo contra a vontade deles.
O que mais me incomodou foi justamente a postura da protagonista. A Medra simplesmente aceita tudo com uma facilidade que chega a ser estranha: ela não tenta voltar para casa, não questiona o que aconteceu com o mundo dela, nem demonstra uma urgência em entender sua própria situação. Ela só… se adapta. E isso tirou bastante da força da narrativa pra mim.
Além disso, o livro passa uma sensação constante de desorganização. Algumas informações parecem jogadas, outras só são explicadas muito depois, como se a autora esquecesse de desenvolver certos pontos e tentasse corrigir mais à frente. Fica a dúvida: isso foi proposital, para criar mistério, ou é falta de experiência mesmo?
No fim, foi uma leitura ok. Não foi incrível, nem marcante, mas também não foi ruim. A escrita tem seu mérito e a história tem um potencial enorme, talvez maior do que o que foi realmente entregue aqui.
E, mesmo com todos esses pontos, ainda fiquei curiosa o suficiente para continuar a série. Quem sabe os próximos livros consigam desenvolver melhor esse universo e amarrar as pontas que ficaram soltas.
Agora, foi super divertido ler com a Yohanna e a Thaís, porque isso sempre deixa qualquer leitura mais divertida!




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