Um jogo de retaliação - Hades & Perséfone, 4 - Scarlett St. Clair

25 de janeiro de 2026

Título:
 Um jogo de retaliação - Hades & Perséfone, 4
Autor: Scarlett St. Clair 
Nota: 
Sinopse: O Deus dos Mortos não toma lados ou viola as regras. Não abre concessões quando se trata desses valores, seja para deuses ou mortais. Nem mesmo para sua amante, Perséfone, a Deusa da Primavera.O medo costuma bastar para evitar a retaliação.
Mas não dessa vez.
Quando Hera propõe um plano para destronar Zeus, o Senhor do Submundo se recusa a ajudar. Como punição, a Deusa das Mulheres condena Hades a realizar uma série de tarefas. Entre matar monstros mitológicos e recuperar artefatos letais roubados, a prenda mais impossível é sempre a próxima. Para piorar, isso tira seu foco de Perséfone, que está vivendo uma tragédia particular e se questiona se é mesmo capaz de se tornar a Rainha do Submundo.


Este livro foi cedido pela Editora Bloom, porém as opiniões são completamente sinceras. Não sofremos nenhum tipo de intervenção por parte da Editora. 

Resenha:

Um Jogo de Retaliação é o livro em que Perséfone finalmente para de ser empurrada pelos acontecimentos e passa a escolher como vai agir. Depois de tudo o que enfrentou antes, não há mais espaço para ingenuidade — apenas para decisões difíceis.


A trama mergulha no lado político do mundo dos deuses. Rivalidades antigas vêm à tona, alianças se mostram instáveis e o poder de Perséfone passa a incomodar quem sempre preferiu vê-la como figurante. Não é uma história sobre começar uma guerra, mas sobre sobreviver a ela.


Hades também é colocado à prova. Governar, amar e proteger se tornam tarefas que entram em conflito, e nem todas as escolhas podem ser feitas sem perdas. A relação entre os dois muda de forma clara: menos promessas, mais parceria.


O livro ganha força justamente por isso. Perséfone não é mais definida pelo que sofre, mas pelo que decide enfrentar. Ela entende quem é, o que representa e o preço disso.


Curto, intenso e direto, esse volume marca uma virada definitiva na série — e deixa claro que a deusa da primavera não pretende mais pedir permissão para existir.

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