Resenha: O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry

Autor: Antoine de Saint-Exupéry
Páginas: 96
Ano: 2015
Editora: Agir
Gênero: Fábula francesa
Adicione: Skoob
Nota:   

Sinopse: Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida.
Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança.




Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.
...só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
Resenha: O que dizer dessa obra prima? Muitas coisas... Além das mensagens e frases importantes e cativantes contadas pelo pequeno príncipe, também nos faz repensar a nossa vida, como as pessoas agem, de fato. Muitas delas crescem e esquecem como ser criança, ou melhor, a pureza no olhar, no sentir, no ouvir, no tocar, que acabamos perdendo e dando valor as coisas e não mais a pessoas.
Todos os dias nós estamos cercados de pessoas que nos ajudam e não damos conta disso. Apenas seguimos nossas vidas como se elas fossem viver para sempre e não é bem assim, por isso temos que dar valor as pessoas que realmente fazem nosso mundo particular um lugar melhor. Aquelas que nos alegram quando estamos tristes, aquelas que nos dão outras perspectivas, aquelas que te ajudou a caminhar, a falar, a andar, muitas vezes brigamos com elas, mas assim que pensamos o quanto elas valem em nosso coração tentamos pedir desculpas e seguir em frente.

Mas siga em frente com sabedoria, ou seja, nem sempre é bom ir só e quase nunca o estamos.

É um livro reflexivo que não me canso de rele-lo. Essa é a quarta vez que o faço, pois finalmente consegui comprá-lo.

Recomendo para todas as idades a fim de que os façam ter pontos questionáveis, pois a curiosidade é um ato sábio.






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