Resenha: O Orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares - Ransom Riggs


Autor: Ransom Riggs
Páginas: 336
Ano: 2015
Editora: Leya
Gênero: Ficção americana
Adicione: Skoob
Onde Comprar: Amazon
Nota:       

Sinopse: Milhões de cópias vendidas em todo o mundo! Traduzido para mais de 40 idiomas! Eleito uma das 100 obras mais importantes da literatura jovem de todos os tempos Tudo está à espera para ser descoberto em "O orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares", um romance que tenta misturar ficção e fotografia. A história começa com uma tragédia familiar que lança Jacob, um rapaz de 16 anos, em uma jornada até uma ilha remota na costa do País de Gales, onde descobre as ruínas do Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares. Enquanto Jacob explora os quartos e corredores abandonados, fica claro que as crianças do orfanato são muito mais do que simplesmente peculiares. Elas podem ter sido perigosas e confinadas na ilha deserta por um bom motivo. E, de algum modo - por mais impossível que possa parecer - ainda podem estar vivas. “Mesmo sem as fotos, esta seria uma história emocionante, mas as imagens dão um irresistível toque de mistério. A narração em primeira pessoa é autêntica, engraçada e comovente. Estou ansioso para o próximo volume da série!” RICK RIORDAN, autor da série Percy Jackson e Os Olimpianos. “Um romance tenso, comovente e maravilhosamente estranho. As fotos e o texto funcionam brilhantemente juntos para criar uma história inesquecível.” JOHN GREEN, autor de A culpa é das estrelas. “Vocês têm certeza de que não fui eu quem escreveu esse livro? Parece algo que eu teria feito...” TIM BURTON



Resenha: Primeiramente ouvi tanto, mas tanto desse livro que resolvi comprar na Black Friday, porém não achei tudo isso.

O livro começa contando a história de que quando Jacob era pequeno, por seu avô, que diz, que viver com essas crianças em tempos difíceis e que elas eram/são bem exóticas/peculiares. Jacob é o típico garoto rico do subúrbio que tem infelizmente um único amigo, que nem é tão amigo assim, mas como só tem ele, né. Vale o que tem...kkk

Seu avô liga para onde ele trabalha. Que é? Que é? Um dos supermercados dos tios dele, que são podres de ricos. Jacob faz de tudo para ser despedido, já que mesmo que ele faça de tudo nunca será, pois quando os tios se aposentarem ele será o dono de tudo, é por aí. Isso mesmo, ou seja, a mãe dele também já que são irmãos dela. Enfim, o avô liga dizendo que os monstros o estão perseguindo e onde está a chave para abrir o armário com as armas, pois ele precisa se defender. Nesse meio tempo ele chama o amigo dele e eles vão até a casa do avô e não o encontram, mas encontra a casa toda revirada. Jacob p vai procurar no jardim/pântano, não lembro exatamente o lugar e acha o avô muito ferido e ele acaba dizendo algumas palavras sobre um livro, uma carta e que tudo era verdade. Tudo sobre as crianças, elas tem poderes. Lembrei-me muito de X-Men, não teve como não lembrar...kkkk

Ele vê uma criatura, só ele o amigo não e o avô falece.

Ele fica repetindo o que viu a seus pais e acaba tendo pesadelos e tem que começar a ir em um psiquiatra, já que também começa a sofrer de ansiedade, entre outras coisas.

Conselho do psiquiatra é que ele vá até onde era o orfanato e provavelmente vá melhorar, ou fará com que ele se sinta melhor, vendo o que seu avô viu lá.

Sinceramente, que pai de boa, avoado, desligado que ele tem. Fica vendo os pássaros e só depois de tempos, ou seja, fim e noite lembra-se do filho, ou às vezes fica lá no bar se embebedando. Deixa ele ir onde quer, quando quer e é como se não tivesse nem aí para o filho. Como se dissesse isso vai lá e melhore. Sozinho, ok!?

Fora isso ele encontra as crianças a senhorita Peregrine, que mulher estranha, ou melhor, não gostei da descrição, que me fez não gostar dela. E acaba sabendo que também é peculiar, pois ele consegue ver os monstros e os outros não ou acólitos. os etéreos são um poucos diferente, pois parecem humano, menos os olhos brancos.


Portanto, o final, que final sem cabimento. Juro que fiquei pensando, refletindo se não poderia ter pensando em outra coisa com menos sentido, clareza, mesmo que seja uma ficção, mas me fez não continuar a ler a trilogia.

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